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Eu só quero chocolate
Só quero chocolate!
_  Sebastião Roberto Maia

Segundo o psicólogo Jeffrey E. Young, criador da Terapia dos Esquemas, crianças que cresceram em famílias excessivamente permissivas e excessivamente benevolentes (clementes, generosos, humanos, misericordiosos, piedosos e tolerantes), com tendência a julgar favoravelmente. Podem desenvolver na vida adulta dificuldade em ter disciplina em sua vida pessoal ou profissional.
O contrário também é verdadeiro, crianças criadas em ambientes excessivamente rudes com inflexibilidade e punição, também podem ter seus limites prejudicados e portanto sua disciplina afetada.



Lançado em junho de 2015, sob direção de Pete Docter, Divertidamente ganhou o Oscar de Melhor Filme de Animação, entre outros prêmios do cinema.
Esta envolvente animação da Pixar - Wal Disney, conta a história de Riley, uma garota de 11 anos de idade, que enfrenta os desafios de mudar de cidade junto a sua família.

(...)
Tempo tempo tempo tempo
Vou te fazer um pedido
Tempo tempo tempo tempo
- Maria Gadú

Sempre que me lembro do filme Alice no País das Maravilhas, me vem a memória o personagem do coelho andando apressado, afirmado Ser Muito Tarde! Aquele personagem, me parece um excelente exemplo da relação que a maioria de nós tem com o tempo... uma relação de pressa, uma sensação de atraso. Mas do que isto, ele ilustra a forma como muitos de nós temos vivido a nossas vidas, de forma aflita e ansiosa, procurando por algo, quem nem sabemos ao certo, com a cabeça ocupada por muitas preocupações.

Há quanto tempo eu vinha me procurando
Quanto tempo faz, já nem lembro mais
Sempre correndo atrás de mim feito um louco
Tentando sair desse meu sufoco
Eu era tudo que eu podia querer
Era tão simples e eu custei pra aprender
Daqui pra frente nova vida eu terei
Sempre a meu lado bem feliz eu serei
Eu me amo, eu me amo
Não posso mais viver sem mim!
- Roger Rocha Moreira


É medo do medo, que medo me dá
Eu mudo de lado e ele ainda está lá
Quem sabe o segredo da vida será
Fazer desse medo uma força?
- Paulinho Moska

Quando sentimos medo, nosso corpo recebe uma descarga de adrenalina, a respiração e os batimentos cardíacos são acelerados e os músculos se contraem. As atividades cerebrais também são aceleradas. Tudo isto porque o medo é um mecanismo psicofisiológico de defesa, que nos preparar para luta ou fuga em situações de perigo.
Pesquisadores do assunto apontam que alguns medos são inerentes á humanidade, são eles: Medo da exclusão social, medo da morte e medo do desconhecido. Todos eles, estariam ligados ao nosso extinto de defesa e sobrevivência, são medos que nos protegem.
Existe no entanto, alguns medos paralisantes, que não estão relacionados ao extinto de proteção, mas a sensação de incapacidade e a dificuldade de ter autonomia.

Sentimento de Desconexão e Rejeição

Minha mensagem sobre vida autêntica, me leva a interagir com pessoas que estão nesta busca por mais qualidade de vida, por uma vida significativa e gratificante. Porém, neste percurso, de forma recorrente, identifico em meus clientes uma dificuldade dolorosa de lidar consigo mesmo, de gostar de quem são, de como são. Como consequência, vem a dificuldade de confiar no outro ou acreditar e ser capaz de construir relacionamentos saudáveis, afinal, como lidar com o outro ou me doar ao outro diante da dificuldade latente de lidar comigo mesmo?

O filme se passa nos anos 60, no Mississippi, uma época de leis racistas, que condenava a prisão qualquer mulher que tratasse negros e brancos com igualdade.
A história narra, uma estrutura social em que as mulheres brancas eram criadas para casar e cuidar da família, sem espaço para ambições vocacionais ou qualquer outra projeção pessoal. Enquanto, as  mulheres negras não ousavam se quer sonhar em ser algo mais do que ser empregadas domésticas, cuidando da casa e dos filhos das mulheres brancas.

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